Não é mundo que mudou. Foram as pessoas.
Foram elas que jogaram lixo nas ruas, que poluiram os rios, que mataram, que roubaram. Foram que aceitaram a violencia, foram elas que deturparam tudo.
O planeta não tem culpa. A lei de ação e reação é certa, tudo que vai, volta. Assim como o mar, a vida nos traz de volta tudo aquilo que lançamos nela. Nos dita as regras que nós mesmos fizemos, nos prende às prisões que nós mesmos construimos, e só nós podemos destrui-las. Temos as ferramentas mas não sabemos usa-las, somos burros porque queremos.
O mundo nos dá toda a ciencia para muda-lo. E fizemos e fazemos tudo errado sempre. Não espere por algo que nunca deste, nem que nunca fizeste.
O inferno e o céu somos nós. Somos a plantação e a colheita.
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Fuja.

Se tu não consegue curar tua dor no lugar em que estás, em que vives, não conseguirás curá-la em canto nenhum. Mas se a tua dor só aumenta porque algumas pessoas contribuem, um outro lugar longe delas é a melhor saída. Junta teus trapos e te manda!
Fugir nem sempre significa covardia. Fugir significa, muitas vezes, o cansaço de lutar contra algo que não se pode mais vencer; fugir é cuidar de você. FUJA! "E deixe que digam, que pensem, que falem...", porque só você sabe onde o calo aperta.
E volta um dia. Volta... porque nem tudo que abandonaste te fazia mal e quem te faz bem merece teu sorriso de volta pelo menos uma vez.
Podes fugir para outra cidade, outro estado, outro país, para dentro de si. Mas trata de deixar a dor, não a carregues contigo, vai buscar prazer, vai voar. Voa alto, covardia é fugir e continuar com medo. O medo vai passar, muita lágrima ainda vai molhar teu rosto, muita saudade ainda vai apertar o coração, muita revolta vai bater, muita coisa será gritada, mas fuja do que te faz mal. Encarar de longe sem poder bater e acabar de vez a vontade, é pior que encarar de perto. Controlar a vontade, a dor, a raiva, o choro... mas você consegue. Porque fugir, pra quem pensa que é covardia, é a prova mais concreta de coragem. Não ver, não sentir, não tocar, não cheirar... não querer mais mesmo querendo, se concentrar em outras coisas... ser forte não é fácil e fugir é pra quem tem coragem de enfrentar o mundo sozinho.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A beleza tem cara de pobre
Quando vejo pessoas se importando plenamente com a aparencia de outra ou com a quantidade de zeros na conta bancária, eu sinto como se eu não estivesse vivendo no mundo certo. Não! Não sou perfeita, mas o que importa se fulana não tem longos cabelos lisos, ou se cicrano vai te buscar de onibus?
Amar? Sem carro? "Pois eu sei que amar a pé, amor, é lenha!"
Rs, não suporto ouvir como tal fulana é gorda e horrivel (e ela só tem uma espinha na cara e o braço grossinho), ou que aquele passante na rua tem cara de pobre. Cara de pobre?! Que porra nenhuma! Que cara o quê! Quando vão aprender que as aparencias enganam e que elas não são nada?
Se aparencia transparecesse carater, ai sim, todos veriam quem é feio de verdade. Aquela bela reclamona e aquele rich boy seriam duas bostas n'água, e aquela "feinha, coitada" seria gatíssima.
Por favor, é um apelo, parem de julgar pela aparencia. Pessoas são belas pelo o que elas são e não pelo o que elas têm.
P.s: poupem meus ouvidos de comentários estupidos desses estilo.
Amar? Sem carro? "Pois eu sei que amar a pé, amor, é lenha!"
Rs, não suporto ouvir como tal fulana é gorda e horrivel (e ela só tem uma espinha na cara e o braço grossinho), ou que aquele passante na rua tem cara de pobre. Cara de pobre?! Que porra nenhuma! Que cara o quê! Quando vão aprender que as aparencias enganam e que elas não são nada?
Se aparencia transparecesse carater, ai sim, todos veriam quem é feio de verdade. Aquela bela reclamona e aquele rich boy seriam duas bostas n'água, e aquela "feinha, coitada" seria gatíssima.
Por favor, é um apelo, parem de julgar pela aparencia. Pessoas são belas pelo o que elas são e não pelo o que elas têm.
P.s: poupem meus ouvidos de comentários estupidos desses estilo.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
No final tudo dará certo [ou não] II
Ele me ligava todos os dias e sempre reforçava que me amava e que não era um mero sentimento adolescente e que mais cedo ou mais tarde ficariamos juntos novamente. Eu curtia aquelas ligações, mas sabia que uma hora não teriamos mais tempo ou qualquer outro motivo para nos ligarmos.
Depois de dois meses quase não nos falavamos por telefone, só por carta e e-mail. Eu sempre fui muito de escrever cartas, adorova muito escrever cartas pra ele. E ele sempre respondia, mesmo que demorasse muito tempo. (eu realmente o amava.)
Certa vez recebi uma carta dele e nela tinha uma noticia estupidamente desagradável:
"(...) Eu te amo, não preciso mais te dizer isso toda hora, você sabe muito bem. Nesses últimos meses conheci pessoas muito legais, uma delas é essa aí da foto, ela se chama Luiza e eu gosto bastante dela, não como eu gosto de você. Não sei como te dizer isso, eu tinha que contar antes que todos saibam... Uli, eu to namorando... (...)"
Não preciso dizer que aquilo acabou comigo, preciso? Chorei muito durante toda a noite e acordei com a cara super inchada, mas resolvi superar aquilo e parei de responder as cartas que ele me mandava, a última carta que respondi havia escrito: "Tudo certo. Felicidades." E não respondi a mais nenhuma, até que Johan parou de me escrever e de mandar e-mails. Foi uma decisão dura, mas pra mim era preciso.
Depois de dois meses quase não nos falavamos por telefone, só por carta e e-mail. Eu sempre fui muito de escrever cartas, adorova muito escrever cartas pra ele. E ele sempre respondia, mesmo que demorasse muito tempo. (eu realmente o amava.)
Certa vez recebi uma carta dele e nela tinha uma noticia estupidamente desagradável:
"(...) Eu te amo, não preciso mais te dizer isso toda hora, você sabe muito bem. Nesses últimos meses conheci pessoas muito legais, uma delas é essa aí da foto, ela se chama Luiza e eu gosto bastante dela, não como eu gosto de você. Não sei como te dizer isso, eu tinha que contar antes que todos saibam... Uli, eu to namorando... (...)"
Não preciso dizer que aquilo acabou comigo, preciso? Chorei muito durante toda a noite e acordei com a cara super inchada, mas resolvi superar aquilo e parei de responder as cartas que ele me mandava, a última carta que respondi havia escrito: "Tudo certo. Felicidades." E não respondi a mais nenhuma, até que Johan parou de me escrever e de mandar e-mails. Foi uma decisão dura, mas pra mim era preciso.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Férias de mim
Quero férias de mim.
Tô cansada dessa minha cara, desse meu sorriso, desse meu cabelo, dessa minha roupa.
Quero aflorar um outro eu, embora sabendo que esse eu nem eu gostaria muito de ser. Mas acho que esse sou eu mesmo.
Quero andar pela casa pelado, quero andar pelo mundo nu, despido de toda hipocrisia.
Quero descobrir mesmo quem eu sou e ser de propósito. Provocar nos outros o que mais sei fazer: espanto! Provocar os outros é o que mais sei fazer.
Tô afim de mergulhar no céu, de pés descalços pisar no ar, sentir os gases atmosféricos entre meus dedos e com meus dedos curtos tocar o firmamento.
Quero férias eternas de mim e quero me abraçar, me tocar, me cheirar, me curtir, me acarinhar, me beijar depois disso. E talvez me entender. Mas antes eu preciso de férias.
domingo, 3 de abril de 2011
Mais uma vez
Mais uma vez um sonho estranho, mais uma vez era você nele.
Mais uma vez eu fiquei atordoada e mais uma vez eu não sei o que fazer. Mas nenhuma vez você me desprezou.
Lá você me queria, me queria bem, me queria ali bem pertinho. E é assim que eu vou estar, mesmo longe, bem pertinho.
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