terça-feira, 24 de agosto de 2010

Selinho

Um simples toque de lábios
Alguns doces e carinhosos, outros maliciosos e desejosos por algo mais.
Esse simples toque pode mudar o rumo de um sentimento, alterar o estado fisico de uma pessoa ou nada disso.
Pode não significar nada, ou pode ser tudo
Olhando por outro angulo, o russo que é mais obtuso, por exemplo, não vê malicia nem excitação.
Também não!
Então pega esse meu beijinho e guarda com carinho, meus amigos.

sábado, 17 de julho de 2010

O cão dos dreads

"Prefeitura!" chamou ela para dentro de uma casa. Não demorou muito para ela perceber que estava fechada, e menos ainda para ver aquele, mal cuidado, cão. Sentiu dó, seus olhos caninos pediam ajuda. Suplicavam. Ele não latiu, queria ajuda; fedia, sentia fome... o cão não deu um passo, ficou lá, do outro lado da grade, para e mudo com os olhos tristes e suplicantes a olhá-la anotar "fechada" no papel, e sair.
Ela sentiu sua dor, teve dó, mas não pôde fazer nada. Queria pegá-lo, cuidar, alimentar, dar carinho, tosar-lhe os pelos que mais pareciam dreads. Mas não pôde.
Partiu para a próxima casa. "Prefeitura!"

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Aprendendo a amar

Sabe, eu te quero na minha vida por muito tempo. Pelo menos é o que eu quero no momento, não importa se o "muito tempo" vai acabar daqui a dois anos, dois meses, dois dias... Na realidade importa sim, porque se for dois dias vai ser um merda!
Eu sempre tive muito medo de dizer que amo alguém, porque eu acho que o amor é um sentimento tão puro e verdadeiro que se ele for mencionado sem ser plena verdade é praticamente uma blasfêmia. Mas depois de um tempo acabei aprendendo que amar se aprende amando, e mesmo que a gente não tenha tanta certeza assim, só sabe se é amor de verdade se começar a amar. E hoje eu optei por querer te amar. Se mais na frente (espero que não) não dê certo, eu vou aceitar e saber que comecei a aprender a amar amando você!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Não me acostume

Não me acostume com sua ausência. Não acostume, não.
Porque eu posso ficar desacostumada com a sua presença e não te querer mais por perto não será uma das melhores coisas.
Por isso eu te peço, para o nosso próprio bem, não me acostume com a sua ausência, eu me acostumo fácil com as coisas. Com as ruins também.
Aprendi a não sofrer tanto, e coloco em prática em tudo que eu faço. Tento ver as coisas de uma forma simples, fácil de lidar, e se elas não forem feitas eu vou lá e faço! Sou mandona, sou até arrogante, mas não faça isso.
Sei que não é isso você quer, sei bem, mas a gente também manda no nosso inconsciente, eu mando, e se eu mando todo mundo consegue mandar também.
A sua presença quando eu mais preciso é essencial, principalmente quando eu sinto que falhei.
Então, não me acostume com a sua ausência, eu me acostumo fácil, mas o contrário não é correspondente.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

DAR não é fazer AMOR


Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar

Experimente ser amado...

Luís Fernando Veríssimo

Meu remédio

Falar é o meu melhor remédio.
Se quero esquecer algo ruim, se quero lembrar algo bom, falo sempre.

É, meu remédio contra angustias, amarguras, dores e sofrimentos.

Falar.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

2010

2009 acabou bem. Ganhei muito conhecimento, aprendi muito, evoluí muito. Descobri amigos pra vida toda, descobri um amor, descobri meus melhores amigos: meus pais.
2010 chegou com tudo. Preciso estagiar, preciso passar no vestibular, preciso fazer um curso pra relaxar e preciso, preciso muito amar.
Amar todo mundo, me amar, amar meus pais, amar meus amigos, amar meu amor. Amar!
Sinto que esse ano vai ser um ano marcante.
Promete!

Feliz 2010!